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Documento constitutivo · Visão geral para o público · Minuta 1.0 · 3 de outubro de 2026

Um marco para a assessoria socioeconômica independente

Esta visão geral para o público explica a proposta de constituição; não é um tratado adotado nem um instrumento constitutivo em vigor. A Think Tank IGO ainda não é uma organização intergovernamental constituída, e a adesão de nenhum Estado está confirmada.
Assessores analisam conjuntamente mapas e evidências relativas aos serviços públicos
Processo consultivo ilustrativo; não se trata de um registro de uma interação institucional.

01 / Finalidade

Conhecimento a serviço do interesse público

A proposta busca conectar conhecimentos especializados internacionais às necessidades locais e oferecer assessoria prática e independente que promova a paz, o desenvolvimento sustentável e o bem-estar humano.

Os governos participantes definiriam qualquer mandato intergovernamental por meio de acordo formal. A Think Tank IGO prestaria assessoria, mas não exerceria poderes governamentais, concederia financiamento, contrataria serviços nem atuaria como contratada para a execução de projetos.

02 / Estrutura e adesão

Separar a autoridade pública da participação de especialistas

Instituições propostas

Propõem-se uma assembleia dos Estados-membros, um conselho diretor, um secretariado executivo, conselhos consultivos especializados e uma supervisão independente de ética e auditoria. Sua configuração definitiva dependeria de acordo entre os Estados.

Participação governamental

Um representante autorizado pode discutir a proposta. A adesão de um Estado exigiria o instrumento constitutivo acordado e o cumprimento dos procedimentos de aprovação do próprio governo; uma consulta pelo site não pode conferir a condição de membro.

Participação de especialistas

Os especialistas se candidatam a uma rede separada e gratuita. Candidatos com perfil adequado podem ser entrevistados e receber confirmação por escrito. A adesão não garante trabalho nem remuneração e não confere autoridade governamental.

03 / Processo de assessoria

De um desafio definido a uma escolha informada

  1. 01

    Compreender a solicitação

    Esclarecer o desafio, a autoridade da instituição solicitante, as evidências disponíveis, o contexto local e o resultado pretendido.

  2. 02

    Reunir especialistas independentes

    Identificar assessores qualificados e disponíveis, analisar interesses relevantes e acordar o escopo e a confidencialidade do trabalho.

  3. 03

    Solicitar e avaliar opções

    Com autorização, compartilhar um resumo aprovado pelos canais apropriados. Avaliar as propostas quanto às evidências, à viabilidade, ao benefício público, ao custo e ao risco.

  4. 04

    Apresentar orientações

    Fornecer recomendações, alternativas, premissas e um possível roteiro de ação. A instituição responsável decide o que adotar, se optar por adotar alguma medida.

  5. 05

    Revisar os aprendizados

    Quando acordado, revisar o progresso e as lições aprendidas com base nas informações fornecidas pela instituição ou por seus parceiros de implementação.

04 / Salvaguardas

Independência, consentimento e condições claras

Os desafios apresentados são tratados como privados por padrão; sua publicação exige autorização explícita. Trabalhos confidenciais são compartilhados apenas com especialistas aprovados, sob condições adequadas.

A apresentação de um desafio e sua análise inicial são gratuitas. Alguns trabalhos podem ser gratuitos ou subsidiados; outras cobranças e custos de terceiros devem ser acordados previamente. Doações ou apresentações a contatos não podem determinar o teor da assessoria nem as nomeações.

Não se alega qualquer vínculo com as Nações Unidas, o Banco Mundial, o FMI ou a OMS. A cooperação com qualquer instituição exigiria acordos formais específicos.

Uma proposta aberta à consulta

A carta constitutiva é uma minuta para discussão com potenciais Estados participantes, não um documento em vigor.